
“Deus e minha alma”
“Não importa sofrer e padecer, se Jesus aceita minha oblação. Eu lhe dei o coração…, lhe dei minha vontade… Agora, lhe dou minha vida. Já nada me sobra mais que morrer quando Ele quiser.”

“Não importa sofrer e padecer, se Jesus aceita minha oblação. Eu lhe dei o coração…, lhe dei minha vontade… Agora, lhe dou minha vida. Já nada me sobra mais que morrer quando Ele quiser.”

A Coroa das Lágrimas de Nossa Senhora foi inspirada por Nosso Senhor a uma religiosa brasileira, nos anos 1930: “Minha filha, o que os homens Me pedem pelas lágrimas de Minha Mãe, Eu amorosamente concedo.”

Em 02/02/1902, em Palomares del Río (Espanha), São Manuel González vive o encontro com o Sacrário Abandonado — experiência que marca sua missão como Apóstolo da Eucaristia. Neste post você conhece essa origem espiritual e a edição em português com duas obras do santo (Assim Ele ama e Se vivêssemos nossas Missas), com Prefácio de Dom Fernando Arêas Rifan e introdução do tradutor, além de indicação de live sobre sua espiritualidade eucarística.

“Memento mori” (“lembra-te que morrerás”) é uma antiga máxima com origem estoica (Sêneca, Marco Aurélio) e ampla tradição cristã, retomada na Idade Média e na arte Vanitas. Longe de pessimismo, o significado de memento mori é recordar a brevidade da vida para orientar escolhas: cultivar virtudes, serenidade e responsabilidade diante de Deus. Neste post você entende a origem, o sentido filosófico e espiritual e como essa lembrança purifica o cotidiano e direciona o agir.

Conheça o Cordão de Oração Ortodoxo (Chotki) da tradição bizantina, ligado à Oração de Jesus e com origem monástica atribuída a São Pacômio. Neste guia você vê a história, o simbolismo (nós, cruz, lã, franja) e como usar o cordão passo a passo para “orar sem cessar”. Ao final da matéria, você encontra o link para adquiri o seu Cordão.
O ícone sagrado é uma pintura tradicional sobre madeira que nasce com a Encarnação do Verbo — “Cristo, imagem (eikón) do Deus invisível” (Cl 1,15). Mais que arte, a iconografia é teologia em cores: não naturalista, revela o homem transfigurado e torna presente, de modo sacramental, a pessoa representada, conduzindo à oração e à vida espiritual.